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Sejam bem-vindos ao blog Jake Fans Brasil. Aqui vocês ficam sabendo de tudo o que acontece na vida e na carreira do ator Jake Gyllenhaal. Aproveitem a visita e voltem sempre que quiserem.
Essa trinca apontava para um caminho sem volta. Gyllenhaal estava disposto a mergulhar em filmes complexos e em personagens desafiadores, física e emocionalmente. A vida de astro, vislumbrada por duas superproduções e alguns namoros, só poderia ser avistada no retrovisor.
Gyllenhaal ajudou a tirar “O abutre”, um dos filmes mais impressionantes de 2014, do papel. “Se não fosse por ele, não conseguiria financiamento”, confessou o diretor Dan Gilroy ao receber um prêmio pelo filme na última cerimônia do Independent Spirit Awards.
Jacob Benjamin Gyllenhaal (Los Angeles, 19 de dezembro de 1980) é um ator americano. Filho do diretor e poeta Stephen Gyllenhaal e da roteirista Naomi Foner, Gyllenhaal iniciou a carreira de ator aos dez anos de idade. Seu primeiro papel foi a personagem Danny Robbins no longa City Slickers (1991).
Gyllenhaal se tornou um ativista, promovendo diversas causas políticas e sociais. Nos últimos anos tem aparecido na campanha de publicidade Rock the Vote, tem prestado publicamente seu apoio ao Partido Democrata dos Estados Unidos nas eleições de 2004 e tem promovido diferentes causas ambientais e em favor da União Americana pelas Liberdades Civis. Também participou do programa Man vs. Wild junto com Bear Grylls e confessou que seu maior medo é o de altura.
Durante sua infância, Gyllenhaal teve uma exposição regular ao cinema, devido que sua família estava muito vinculada a indústria. Aos onze anos de idade, fez sua estreia como ator interpretando o filho de Billy Crystal no filme de comédia de 1991, City Slickers.
Jake Gyllenhaal é um caso raro em Hollywood. Bonito, atlético, talentoso e que se recusa a ser astro de cinema. Não que Gyllenhaal, que já namorou famosas como Taylor Swift e Kirsten Dunst, seja estranho às colunas de fofoca e aos paparazzi. Acontece que o irmão de Maggie Gyllenhaal se esforça para evitar as escolhas que um astro faria.
A resposta de Gyllenhaal ao sucesso do filme de Roland Emmerich foi rodar “O Segredo de Brokeback Mountain”, filme que mobilizou atenções em todo o mundo por mostrar um romance homossexual entre dois caubóis. O filme de Ang Lee desmistificava a temática, ainda incomum em filmes que chegavam ao mainstream, por aplicar uma lógica melodramática à narrativa. Pelo filme, Gyllenhaal recebeu sua primeira, e até o momento única, indicação ao Oscar.
O ano marcou a virada na carreira do ator.  Em entrevista recente ao programa “Off Camera with Sam Jones”, na TV americana, Gyllenhall disse que na década dos anos 2000, quando estava na faixa dos 20 anos, não entendia o processo de um ator. “Eu não entendia isso de você ter tal oportunidade ou de como seria produtivo trabalhar com tal pessoa”, revelou o ator. “Eu nem sequer entendia como organizar projetos”.
A virada da década marca uma mudança radical no modus operandi de Gyllenhaal. “Marcados Para Morrer” (2012), um thriller policial de estética inovadora (na linha do found footage que faz sucesso no terror com fitas como “Atividade Paranormal”), o ator caracterizou um policial psicótico com intensidade.  Ele voltaria a viver um policial cheio de tiques no tenso “Os Suspeitos” (2013), de Denis Villeneuve.  Com o cineasta canadense ele também lançou o hermético “O Homem Duplicado” (2013), adaptação de Saramago.

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